Jaraguá do Sul, SC Edição única • circulando desde 1999 maxpires.com

Max Pires

Jornalismo de valor • na internet desde 1999

Perfil

O homem que fez Jaraguá do Sul se ver na internet

Da primeira cobertura digital da história da cidade, em outubro de 1999, à fundação da NasceCom: a trajetória de Max Pires se confunde com a própria história da web jaraguaense.

Max Pires discursa na tribuna da Câmara de Vereadores de Jaraguá do Sul no dia em que recebeu a Moção de Aplausos

Max Pires na tribuna da Câmara de Vereadores de Jaraguá do Sul, no dia em que recebeu a Moção de Aplausos pelos 26 anos dedicados ao jornalismo digital. Foto: acervo pessoal

Carioca, radicado em Jaraguá do Sul desde 1999, Max Pires é fundador da NasceCom, holding de MediaTech com portais de notícias em Santa Catarina, e diretor do JDV, um dos jornais mais tradicionais da cidade. É também sócio da Linkarme, que se tornou a maior operação de link building da América Latina. São 26 anos construindo a memória digital de Jaraguá do Sul, da primeira cobertura online da Schützenfest ao jornalismo de valor de hoje.

Este site conta essa história do jeito que ela merece ser contada: atravessando as eras da internet, do modem discado até aqui. E, como manda a tradição dos jornais, a matéria segue adiante.

Editor responsável: Max Pires [email protected] © 2026 • de 56k até aqui

Antes do primeiro pixel

De onde
tudo começa

Max Pires nasceu no Rio de Janeiro, filho de uma merendeira de escola pública e de um funcionário administrativo. Quando tinha 12 anos, sua mãe foi ao banco receber o salário e não voltou. Foi assassinada durante um assalto.

O que se seguiu foi a desestrutura que essa perda causa em qualquer família. Seu pai, catarinense de Bom Retiro, usou a rescisão de um emprego que também perdeu para recomeçar em Indaial, Santa Catarina. Max, o mais novo dos três irmãos, veio junto. Sheila e Fenísio ficaram no Rio.

Com 14 anos, já tinha carteira assinada numa agência em Indaial que era sucursal de jornal. Diagramava sem muito treinamento, aprendia na pressão. Fenísio veio depois trabalhar como vendedor na mesma agência. Quando ela fechou, Max voltou para o Rio para morar com a Sheila. Fenísio foi para Blumenau, para o Jornal de Santa Catarina.

Em 1998, morava na Praça do Carmo, na Zona Norte, e trabalhava em Copacabana, na Zona Sul. Horas de ônibus lotado para ir e voltar, escola à noite. No final do ano, Fenísio já estava em Jaraguá do Sul e começou a insistir para ele vir ao sul de novo.

Em fevereiro de 1999, Max desembarcou em Jaraguá. Foi morar numa república que Fenísio dividia com um repórter chamado Marcio Martins. O primeiro emprego foi entregar panfleto de uma loja de sapatos no calçadão. Conheceu a cidade toda a pé, casa por casa.

Meses depois conseguiu vaga de diagramador no Jornal Jaraguá News. Para ajudar no fechamento das edições, teve a ideia de criar uma agenda de eventos, e assim começou o contato com os promoters e as festas da cidade. O Marcio foi trabalhar lá também. Num dia de estresse, o Marcio pediu a conta. Max foi junto, sem plano B.

Foi dessa atitude que nasceu tudo. Desempregado, foi o Marcio quem, tempos depois, propôs: "que tal a gente fazer a cobertura online da Schützenfest?"

A família que o acompanhou

As pessoas
que ficaram

Quando a mãe morreu, Sheila largou tudo para cuidar do irmão mais novo. Com o tempo, veio para Jaraguá, estudou contabilidade e se tornou financeira do Por Acaso. Quando o grupo foi vendido ao Correio do Povo, seguiu outros caminhos. Quando Max fundou a Linkarme, trouxe ela como sócia. Hoje é sócia da NasceCom também, assim como Fenísio.

O pai sempre acreditou. Quando Max decidiu trabalhar com internet em 1999, numa época em que todo mundo o chamava de louco, ele disse:

"Filho, se tem uma hora que você pode errar, essa hora é agora. Se é isso que você acredita, vai em frente. Dando certo ou errado, eu sempre estarei aqui."

Há 14 anos, Max e Érica estão juntos. Ele acompanhou a jornada dela de estudante até se tornar médica. Ela, a dele, do Por Acaso à NasceCom.

Tem quatro cachorros e uma gata. Defensor da causa animal e doador de sangue, desenvolve campanhas de incentivo à doação de animais e de sangue em Jaraguá do Sul. Aos 30 anos descobriu o amor pelas corridas e nunca mais parou: maratonista amador, já participou de dezenas de provas em diversas distâncias.

Tudo construído a partir de uma cidade que ele conheceu a pé, entregando panfleto de uma loja de sapatos.

1999A viagem começa aquiPrimeira cobertura digital de Jaraguá do Sul
ANO: 2026 Início Origem 1999 2000 2001 2003 2010 2016 2020 2025 Hoje
*** A primeira cobertura digital da história de Jaraguá do Sul !!! Outubro de 1999 !!! Adicione aos Favoritos ***

Max Pires

Outubro de 1999: a cidade entra no ar


Em outubro de 1999, durante a Schützenfest, Jaraguá do Sul teve a primeira cobertura digital da sua história. A ideia foi do repórter Marcio Martins. A parceria, com o Guia Jaraguá, o guia online da cidade. Max fotografava, Marcio escrevia, e as fotos da noite entravam no ar no dia seguinte.

O equipamento: uma Epson PhotoPC emprestada pela Netuno Internet, o provedor de Hélio Nadal de Masi, precursor da internet em Jaraguá do Sul. Memória para 16 fotos de 320x240 pixels. E o upload era feito a pé: Max levava a câmera até a Netuno, onde a equipe baixava as imagens para publicação.

Projeto:Cobertura digital da Schützenfest 1999
Equipe:Max Pires (fotos) e Marcio Martins (reportagem, e a ideia)
Câmera:Epson PhotoPC • 16 fotos • 320x240 pixels
Faturamento:R$ 0,00. E valeu cada centavo.
Max Pires, de crachá de credenciado, ao lado do amigo Zeca Junior na cobertura da Schützenfest de 1999

Max Pires (à direita) e o amigo Zeca Junior na cobertura da Schützenfest, outubro de 1999. No peito, o crachá de credenciado.

A lógica era de coluna social: quem aparecia na foto entrava no site para se ver. Simples e óbvio hoje, foi o motor de tudo que veio depois. E nos relatórios de acesso que o Guia Jaraguá compartilhava, apareciam visitas do Japão e da Europa. Gente do outro lado do mundo olhando uma festa de Jaraguá do Sul. Foi ali que ficou claro: a internet não tinha limites, e era com isso que Max queria trabalhar para sempre.

>> Leia a história da primeira cobertura digital da cidade <<

Role para baixo: o ano 2000 está chegando
2000Quem é o Leopoldo?O primeiro fenômeno digital da cidade
O Leopoldo - portal jovem de Jaraguá do Sul, reconstituição fiel do layout original de 2000

Layout original · O Leopoldo · 2000

No ano 2000, desempregado e com uma ideia fixa, Max tinha nas mãos apenas uma folha de papel com o esboço de um portal para jovens: agenda de eventos, notícias, colunas e fotos. O primeiro a acreditar foi Hélio de Masi, da Netuno, que ofereceu hospedagem e criação. Depois veio Heloisa Peters, da Loja.com, que patrocinou o projeto antes mesmo de ele existir. O nome nasceu numa conversa com Marcio Martins, e o logo, com o mascote, foi criado por Fernando Robl, que virou sócio do projeto.

Com mural de recados e a vida social da cidade registrada em fotos, O Leopoldo virou o primeiro grande fenômeno digital de Jaraguá do Sul, de 2000 a 2001. A primeira celebridade da internet jaraguaense não era uma pessoa: era o lugar onde a cidade aprendeu a se conectar.

Max Pires ao lado de John Ulhoa, do Pato Fu, em cobertura na boate Notre, com a marca d'água www.oleopoldo.com.br

Max e John Ulhoa, do Pato Fu, em cobertura do show na boate Notre para O Leopoldo. Na marca d'água, o endereço da época: www.oleopoldo.com.br.

» Leia a história completa d'O Leopoldo

Reconstrução fiel a partir de captura do Internet Archive, com o logo original criado por Fernando Robl.

2001Look HereA era das coberturas de balada
Look Here - A sua revista virtual, Microsoft Internet Explorer - layout original 2001

Layout original · Look Here · 2001

» Como tudo começou: o primeiro contato com a Look Here foi um puxão de orelha. Depois de cobrir um evento no Café Confusão, Max recebeu um e-mail exigindo que a cobertura saísse do ar: a casa tinha exclusividade com eles. A resposta, combinada com Marcio, foi puro blefe de piá: os "investidores" haviam decidido manter a cobertura e os "advogados" estavam à disposição. Meses depois, o Portal Terra abriu uma sucursal em Jaraguá, gerenciada por Maristela, e a tentativa de levar O Leopoldo para dentro do Terra terminou num convite para se unir à Look Here.

» A negociação: aos 18 anos, ao lado de Tania Dantas e Solange Cardozo, que o adotaram como filho, Max foi a Joinville crente que voltaria rico. Voltou gerente da Look Here em Jaraguá e região. O acordo: O Leopoldo era redirecionado para a Look Here, e em troca vinham treinamento, estrutura, uma câmera mil vezes melhor e 70% de comissão sobre as vendas. Como ele mesmo escreveu: não se coloca comida na mesa com elogios. O Big Bowling, já cliente em Joinville, chegou junto e de saída rendia mais que todo O Leopoldo.

» A escola do Ari: a Look Here de Ari Vieira Jr era organização pura: folha de procedimentos, briefing, contrato, cobrança. Passar por aquilo, nas palavras de Max, valeu mais que qualquer faculdade. E o modelo comercial era genial: a casa noturna ganhava seu site oficial "de graça" com contrato fixo, e a Look Here fez os sites dos veículos de imprensa, rádio e TV da região em troca de mídia. O destaque de capa, vendido semanalmente em 1/4, 1/2 ou página inteira, virou guerra de ego na cidade.

» Leia a história completa da Look Here

» À frente do seu tempo: a Look Here fazia cobertura de eventos em vídeo desde 2000, às vezes ao vivo, cinco anos antes de o YouTube existir. E lançou acesso mobile via WAP com patrocínio da Global Telecom, sete anos antes do iPhone. Curiosidade de época: o programador Jhean Marcell tirou uma folga para disputar o PopStars, venceu, e entrou na banda Br'oz.

» A era de ouro da noite: primeiro com a Notre e depois com o Big Bowling, era difícil passar uma semana sem show grande na cidade: Cidade Negra, Titãs, Capital Inicial, Engenheiros do Hawaii, Skank, Jota Quest, Rita Lee. E casas para todos os gostos: Café Confusão, La Santidad, Barcelona, Festa do Casarão, Hari Om, que depois virou Combat. O fim de semana começava na quinta. Ao lado de Max nas coberturas, no Leopoldo e na Look Here, o saudoso Thiago Markiewicz.

Max Pires e Thiago Markiewicz com camisetas da Look Here e credenciais, em cobertura no início dos anos 2000

Max Pires e o saudoso Thiago Markiewicz, parceiros de cobertura do Leopoldo à Look Here, com o "e" da revista estampado no peito e a credencial no pescoço.

» O legado: "Inovar e estar à frente do seu tempo vende." Sem a Look Here, Jaraguá do Sul não teria conhecido nem o Por Acaso nem o OCP News. Em 2020, Max escreveu que sonhava em trazer O Leopoldo e a Look Here de volta numa espécie de museu na internet. Você está nele agora.

Reconstrução fiel a partir de capturas de tela reais da Look Here (2001-2002), do acervo pessoal. Fontes: o próprio Max, no texto "Há 20 anos Jaraguá do Sul conhecia a Look Here" (2020).

2003–2016Por AcasoPessoas, baladas e acontecimentos
Por Acaso blog v1.0 - layout original de 2005, por Max Pires e Ricardo Daniel Treis

Layout original · Por Acaso v1.0 · fevereiro de 2005

Da revista ao blog

Em dezembro, Jaraguá parava. Os eventos sumiam até fevereiro, a cidade esvaziava, e o faturamento de quem vivia de cobertura desabava junto. Em 2003, a saída de Max foi criar um tapa-buraco: uma revista impressa de retrospectiva, com as grandes baladas do ano. Ele vendeu, escreveu e diagramou tudo sozinho. O nome, pela segunda vez, veio de Marcio Martins, o batizador oficial dos projetos: depois do Leopoldo, nascia o Por Acaso.

Capa da primeira edição impressa do Por Acaso, dezembro de 2003, com o logo da Look Here Capa da edição 02 do Por Acaso, abril de 2004, com o asterisco criado por Ricardo Treis

As duas únicas edições impressas, emolduradas até hoje. Na capa de dezembro de 2003, o logo da Look Here. Na edição #02, a estreia do asterisco.

Para a edição #02, Max convidou um designer que fazia criação para as casas noturnas da cidade: Ricardo Daniel Treis, então prestador de serviço. Foi dele o asterisco que viraria a marca do projeto por doze anos. A revista fez tanto sucesso que o Correio do Povo propôs transformá-la em coluna semanal, toda quinta na contracapa. Foram só duas edições impressas, e o Por Acaso já estava dentro do jornal mais tradicional da cidade, doze anos antes de a fusão sequer ser imaginada.

Em outubro de 2004, o Por Acaso virou empresa e foi ao ar como blog, assinado pela dupla que se dividiria em 50% para cada. O tom debochado que marcou época, com o clássico "Fale bem, fale mal, fale para todos", foi criação editorial do Ricardo, e evoluiu junto com a idade dos dois. A coluna impressa seguiu vida própria: Correio do Povo de 2004 a 2010, Folha SC de 2010 a 2012, e de volta ao Correio até se despedir por volta de 2015. Por mais de uma década, o Por Acaso viveu na tela e no papel ao mesmo tempo.

Do álbum

Max Pires com o promoter Flavio Narloch na Choperia Bierbude, em 13 de fevereiro de 2009, com a marca poracaso.com na moldura
Com o promoter Flavio Narloch na Choperia Bierbude, 13/02/09. Na moldura da foto, a marca *poracaso.com e o patrocinador das coberturas: Shopping Center Breithaupt.
Equipe na cobertura do 2º Triathlon Academia Impulso, em 2004: Marcelo Wagner à esquerda, Thiago Markiewicz e Ricardo Treis abaixado
Cobertura do 2º Triathlon Academia Impulso (2004), na parceria com a revista The Fato: Marcelo Wagner (à esquerda), Thiago Markiewicz e, abaixado, Ricardo Treis.

O laboratório

Leitor Repórter (2008): quando as enchentes viraram caos, o Por Acaso pediu que os leitores contassem como estavam seus bairros e suas ruas. Choveram fotos e vídeos, tudo foi publicado, e as campanhas solidárias explodiram junto. Um blog de cidade pequena fez cobertura colaborativa antes de o termo existir por aqui, com destaque no Observatório da Imprensa.

Aconteceu em Jaraguá: uma página de Facebook de hard news que crescia sozinha, cobrindo segurança e cotidiano. O Por Acaso abriu negociação e comprou a página. Com ela, o projeto passou a ocupar todas as editorias de um jornal, e virou de vez um grupo de mídia. O capítulo completo está logo abaixo.

Ofertas Por Acaso: o primeiro site de compras coletivas da cidade chegou a vender 300 pizzas em uma hora, numa cidade do tamanho de Jaraguá. Acabou quando a febre acabou. Veja a era 2010 logo abaixo.

E mais: o Jaraguá Listada, guia de produtos e serviços, e o Meu Por Acaso, com login para cada leitor personalizar o próprio blog, em plena era pré-redes sociais.

2010Ofertas Por AcasoO primeiro site de compras coletivas da cidade
Ofertas Por Acaso - primeiro site de compras coletivas de Jaraguá do Sul, 2010

Layout original · Ofertas Por Acaso · 2010

Em 2010, na onda que o Groupon espalhou pelo mundo, o Por Acaso lançou o Ofertas Por Acaso: o primeiro site de compras coletivas de Jaraguá do Sul, operado pela Por Acaso Comunicação Ltda. A mecânica era novidade na cidade: a oferta do dia só valia se um número mínimo de compradores entrasse junto, e o relógio corria na tela.

Comprar em grupo virou esporte urbano: aperitivo com chope na Bierbude de R$ 100 por R$ 40, jantar no Casarão com 75% de desconto. Mais que desconto, era o Por Acaso provando de novo que não era só cobertura: era um laboratório que testava, em escala local, cada modelo novo que a internet inventava.

Reconstrução fiel a partir de captura real de 2010, incluindo o logo e as fotos originais da oferta.

A evolução em seis layouts

Layout do Por Acaso em 2006
2006 · v2.0
Layout dark do Por Acaso em 2008
2008 · v4.0
Layout claro do Por Acaso em 2009
2009
Por Acaso em 2011, na rede OCP
2011
Layout masonry do Por Acaso em 2014
2014

Do v1.0 de 2004, reconstituído acima, ao portal completo de 2014. Capturas do acervo pessoal e do Internet Archive.

O fim, em dois tempos: em 2016 veio a fusão que criou o OCP News. A marca Por Acaso seguiu viva em paralelo por anos, mas sem Max e Ricardo na operação ninguém conseguiu tocar o estilo que os leitores amavam. Desde 2025, o Por Acaso não tem mais atualizações.

Reconstituição do blog v1.0 a partir de capturas reais de fevereiro de 2005. Posts originais da época, de Max Pires e r.3 (Ricardo Daniel Treis).

2016Aconteceu em JaraguáA primeira comunidade de notícias da região
Aconteceu em Jaraguá - site independente 2016

2016 · site independente

📣 O megafone que mudou o tamanho do grupo

O Aconteceu em Jaraguá nasceu como uma página de Facebook de hard news, cobrindo segurança e cotidiano, e crescia sozinho. O Por Acaso abriu negociação e comprou a página de Gabriel Junior e André Becker. E o André não só ficou: virou sócio do grupo e seguiu junto até a fusão com o OCP News. Batizado pela comunidade de a primeira comunidade de notícias da região, numa época em que o Facebook ainda entregava muito tráfego, ele virou o braço de notícias do grupo.

Em 2016, o Aconteceu ganhou site próprio, com o megafone no logo e o rodapé denunciando a família: a agenda era a do poracaso.com. Em 2017, novo layout já na transição para a rede OCP. E, com a fusão consolidada, o destino final: o endereço passou a redirecionar para a editoria Segurança do OCP News, onde as marcas do grupo viraram categorias do portal, com o Por Acaso no menu.

Equipe do Por Acaso e do Aconteceu em Jaraguá reunida na redação, com o asterisco e a coluna impressa emoldurada na estante

A equipe do Por Acaso e do Aconteceu em Jaraguá: Max Pires, Ricardo Treis, Monalisa, Gabriela Figueiredo, Jonathan, Gabriela Bubniak e André Becker. Na estante, o asterisco e a coluna impressa emoldurada.

Aconteceu em Jaraguá como site independente em 2016
2016 • site independente
Aconteceu em Jaraguá em 2017, na transição para a rede OCP
2017 • transição para a rede OCP
Editoria Segurança do OCP News, destino final do Aconteceu
OCP News • a editoria Segurança

No menu do OCP News, o Por Acaso segue vivo como categoria do portal.

Foi o Aconteceu que fez o Por Acaso sair de um site reconhecido para se tornar o maior grupo de mídia digital da cidade. Quando a proposta do Correio do Povo chegou, não era um blog que estava na mesa: era um grupo com todas as editorias de um jornal.

Reconstituição a partir de capturas reais de 2016, incluindo o logo original. Galeria com as três fases do projeto.

2016OCP NewsDa fusão ao maior portal de Santa Catarina
OCP News - layout 2019, ano do centenário do Correio do Povo

Layout original · OCP News · 2019

2016: nasce o OCP News

O Por Acaso, já um grupo de mídia, cresceu tanto que a união com o Correio do Povo virou o passo natural. Da fusão das marcas Por Acaso, Aconteceu em Jaraguá e OCP Online nasceu o OCP News. Coube a Max, pensando como estrategista digital, batizá-lo: queria um domínio curto, com o próprio nome da marca virando o endereço. Era o raciocínio de SEO que, quatro anos depois, viraria a Linkarme.

Como sócio e diretor de conteúdo e audiência, Max desenvolveu as estratégias digitais da rede: a integração entre impresso e digital, os podcasts, o OCP Studio e o setor de Sucesso do Cliente, ambos de 2018. Com licenciamento em novas praças, o OCP News se firmou entre os veículos de maior audiência de Santa Catarina.

"Nenhum outro veículo conhece nossa região como nós, e este olhar de quem é daqui faz toda diferença na hora de produzir um conteúdo com alto potencial de engajamento. As duas plataformas não são concorrentes: elas se complementam e criam a experiência OCP de consumir notícias."

Max Pires, na reportagem do centenário do Correio do Povo (2019).

Max Pires e Marcelo Janssen, diretor superintendente da Rede OCP, na redação

Max Pires e Marcelo Janssen, diretor superintendente da Rede OCP. Foto: acervo OCP / projeto 100 anos.

Reconstituição do layout do OCP News. Citação de Max Pires publicada na reportagem do centenário do grupo (2019).

2020LinkarmeA era do SEO e do link building
2020 · Linkarme · a maior cobertura da América Latina

A mídia migrou para a autoridade: SEO avançado e link building

Em 2020, a experiência de duas décadas em mídia virou método. Na Linkarme, o conhecimento sobre conteúdo, audiência e autoridade virou plataforma: uma base com mais de 90 mil sites, cada domínio categorizado à mão, com uma das maiores coberturas de link building da América Latina. A era em que ranquear passou a ser engenharia.

+90 mil
sites na base, categorizados manualmente
+2.000
profissionais de mídia atendidos
+7.000
sites de grande autoridade disponíveis
9
idiomas e 8 segmentos de mercado
Crescimento de autoridade · 2020 em diante
12 meses
de garantia: seu link no ar ou seu dinheiro de volta
9
idiomas atendidos, do Brasil ao mercado global

A Linkarme fechou o ciclo que começou em 1999. Do menino que levava a câmera a pé até o provedor, Max chegou ao ponto de conectar praticamente qualquer marca a praticamente qualquer veículo, em qualquer lugar do mundo. As mesmas âncoras, os mesmos portais, a mesma lógica de sempre, agora em escala global.

Conheça a Linkarme »
2025NasceComDo primeiro pixel à MediaTech

2025 · MediaTech

NasceCom

26 anos de jornalismo
viraram estrutura.

A NasceCom é uma MediaTech: um grupo de mídia que une jornalismo, tecnologia e dados para fazer marcas serem encontradas, lembradas e respeitadas. Não é agência. Não é portal. É as duas coisas funcionando juntas — com o know-how de quem construiu uma das maiores operações de link building da América Latina e o histórico editorial de veículos com décadas de presença nas suas cidades.

O know-how que sustenta esse modelo veio da Linkarme, operação de link building que formou o método da NasceCom: saber exatamente como a autoridade é construída, medida e convertida em resultado real para marcas. Cada veículo da rede tem presença no Google News, domínio sobre SEO local e anos de histórico editorial. Quando uma marca aparece em mais de um desses veículos, ela acumula sinais de autoridade que fazem o Google tratá-la como referência e as IAs construírem a capacidade de citá-la como fonte. É a diferença entre aparecer uma vez e ser reconhecida sempre.

JDV — Jornalismo de Valor
O laboratório da rede

O JDV é o veículo piloto da NasceCom. É onde as estratégias são criadas, testadas e refinadas antes de serem replicadas em toda a rede. Mas o que faz o JDV diferente não é só o método — é o princípio que guia cada pauta.

No JDV, a equipe não produz notícias. Conta histórias. Cada pauta tem a profundidade que Jaraguá do Sul nunca havia visto: personagens reais, lugares esquecidos, acontecimentos que estavam na memória coletiva mas nunca tinham sido investigados de verdade. Em 150 anos de cidade, ainda havia histórias esperando para ser contadas pela primeira vez.

Nas redes sociais, o mesmo princípio: carrosséis densos, vídeos com inteligência artificial recriando imagens do passado, conteúdo para quem quer ler, entender e se aprofundar.

Quando a NasceCom foi lançada, muita gente chamou de aposta errada: abrir mão de segurança e política partidária — que é audiência fácil, o que todo mundo quer clicar — para apostar em qualidade. A resposta foi que as pessoas clicam no que é fácil porque é só isso que têm. A partir do momento em que você entrega conteúdo de valor, elas também se interessam por isso. O JDV provou que era real.
crescimento das redes sociais em um ano
#1
maior engajamento da cidade — sem sensacionalismo, sem violência

O sinal mais raro que um portal pode receber: pessoas que entram nas redes sociais para agradecer pelo que encontram ali.

A rede

JDVFundado em 1987
Jaraguá do Sul e região
CLMaisFundado em 1939
Lages e Serra Catarinense
Farol BlumenauFundado em 2013
Blumenau e Vale do Itajaí
Gazeta JaraguáJaraguá do Sul

Especiais

Juventus Jaraguájuventusjaragua.com.br
Jaraguá Futsaljaraguafutsal.com
Adote Jaraguáadotejaragua.com.br

"Marcas que se conectam com pessoas duram mais.
Marcas que contam boas histórias nunca são esquecidas."

NasceCom · Jaraguá do Sul, SC · desde 2025

HojeO presenteNasceCom · JDV · Linkarme

De 1999
até aqui,
o link
continua
azul.

A tela mudou, a velocidade mudou, a web inteira mudou várias vezes. O que não mudou: jornalismo de valor, feito para conectar pessoas e valorizar o que é local.

Hoje isso se chama NasceCom: veículos com histórico real, método de quem entende de autoridade digital, e a convicção de que marcas que contam boas histórias nunca são esquecidas.

A partir daqui começa outra coisa

O arquivo mensal

Um texto por mês sobre a memória digital de Jaraguá do Sul, escrito por quem viveu cada capítulo.

Vamos
conversar?

© 2026 Max Pires · Jaraguá do Sul, SC De 56k até aqui · na internet desde 1999