Jornalismo de valor • na internet desde 1999
Perfil
Da primeira cobertura digital da história da cidade, em outubro de 1999, à fundação da NasceCom: a trajetória de Max Pires se confunde com a própria história da web jaraguaense.

Max Pires na tribuna da Câmara de Vereadores de Jaraguá do Sul, no dia em que recebeu a Moção de Aplausos pelos 26 anos dedicados ao jornalismo digital. Foto: acervo pessoal
Carioca, radicado em Jaraguá do Sul desde 1999, Max Pires é fundador da NasceCom, holding de MediaTech com portais de notícias em Santa Catarina, e diretor do JDV, um dos jornais mais tradicionais da cidade. É também sócio da Linkarme, que se tornou a maior operação de link building da América Latina. São 26 anos construindo a memória digital de Jaraguá do Sul, da primeira cobertura online da Schützenfest ao jornalismo de valor de hoje.
Este site conta essa história do jeito que ela merece ser contada: atravessando as eras da internet, do modem discado até aqui. E, como manda a tradição dos jornais, a matéria segue adiante.
Antes do primeiro pixel
Max Pires nasceu no Rio de Janeiro, filho de uma merendeira de escola pública e de um funcionário administrativo. Quando tinha 12 anos, sua mãe foi ao banco receber o salário e não voltou. Foi assassinada durante um assalto.
O que se seguiu foi a desestrutura que essa perda causa em qualquer família. Seu pai, catarinense de Bom Retiro, usou a rescisão de um emprego que também perdeu para recomeçar em Indaial, Santa Catarina. Max, o mais novo dos três irmãos, veio junto. Sheila e Fenísio ficaram no Rio.
Com 14 anos, já tinha carteira assinada numa agência em Indaial que era sucursal de jornal. Diagramava sem muito treinamento, aprendia na pressão. Fenísio veio depois trabalhar como vendedor na mesma agência. Quando ela fechou, Max voltou para o Rio para morar com a Sheila. Fenísio foi para Blumenau, para o Jornal de Santa Catarina.
Em 1998, morava na Praça do Carmo, na Zona Norte, e trabalhava em Copacabana, na Zona Sul. Horas de ônibus lotado para ir e voltar, escola à noite. No final do ano, Fenísio já estava em Jaraguá do Sul e começou a insistir para ele vir ao sul de novo.
Em fevereiro de 1999, Max desembarcou em Jaraguá. Foi morar numa república que Fenísio dividia com um repórter chamado Marcio Martins. O primeiro emprego foi entregar panfleto de uma loja de sapatos no calçadão. Conheceu a cidade toda a pé, casa por casa.
Meses depois conseguiu vaga de diagramador no Jornal Jaraguá News. Para ajudar no fechamento das edições, teve a ideia de criar uma agenda de eventos, e assim começou o contato com os promoters e as festas da cidade. O Marcio foi trabalhar lá também. Num dia de estresse, o Marcio pediu a conta. Max foi junto, sem plano B.
Foi dessa atitude que nasceu tudo. Desempregado, foi o Marcio quem, tempos depois, propôs: "que tal a gente fazer a cobertura online da Schützenfest?"
A família que o acompanhou
Quando a mãe morreu, Sheila largou tudo para cuidar do irmão mais novo. Com o tempo, veio para Jaraguá, estudou contabilidade e se tornou financeira do Por Acaso. Quando o grupo foi vendido ao Correio do Povo, seguiu outros caminhos. Quando Max fundou a Linkarme, trouxe ela como sócia. Hoje é sócia da NasceCom também, assim como Fenísio.
O pai sempre acreditou. Quando Max decidiu trabalhar com internet em 1999, numa época em que todo mundo o chamava de louco, ele disse:
"Filho, se tem uma hora que você pode errar, essa hora é agora. Se é isso que você acredita, vai em frente. Dando certo ou errado, eu sempre estarei aqui."
Há 14 anos, Max e Érica estão juntos. Ele acompanhou a jornada dela de estudante até se tornar médica. Ela, a dele, do Por Acaso à NasceCom.
Tem quatro cachorros e uma gata. Defensor da causa animal e doador de sangue, desenvolve campanhas de incentivo à doação de animais e de sangue em Jaraguá do Sul. Aos 30 anos descobriu o amor pelas corridas e nunca mais parou: maratonista amador, já participou de dezenas de provas em diversas distâncias.
Tudo construído a partir de uma cidade que ele conheceu a pé, entregando panfleto de uma loja de sapatos.
Max Pires
Outubro de 1999: a cidade entra no ar
Em outubro de 1999, durante a Schützenfest, Jaraguá do Sul teve a primeira cobertura digital da sua história. A ideia foi do repórter Marcio Martins. A parceria, com o Guia Jaraguá, o guia online da cidade. Max fotografava, Marcio escrevia, e as fotos da noite entravam no ar no dia seguinte.
O equipamento: uma Epson PhotoPC emprestada pela Netuno Internet, o provedor de Hélio Nadal de Masi, precursor da internet em Jaraguá do Sul. Memória para 16 fotos de 320x240 pixels. E o upload era feito a pé: Max levava a câmera até a Netuno, onde a equipe baixava as imagens para publicação.
| Projeto: | Cobertura digital da Schützenfest 1999 |
| Equipe: | Max Pires (fotos) e Marcio Martins (reportagem, e a ideia) |
| Câmera: | Epson PhotoPC • 16 fotos • 320x240 pixels |
| Faturamento: | R$ 0,00. E valeu cada centavo. |

Max Pires (à direita) e o amigo Zeca Junior na cobertura da Schützenfest, outubro de 1999. No peito, o crachá de credenciado.
A lógica era de coluna social: quem aparecia na foto entrava no site para se ver. Simples e óbvio hoje, foi o motor de tudo que veio depois. E nos relatórios de acesso que o Guia Jaraguá compartilhava, apareciam visitas do Japão e da Europa. Gente do outro lado do mundo olhando uma festa de Jaraguá do Sul. Foi ali que ficou claro: a internet não tinha limites, e era com isso que Max queria trabalhar para sempre.
>> Leia a história da primeira cobertura digital da cidade <<
Layout original · O Leopoldo · 2000
No ano 2000, desempregado e com uma ideia fixa, Max tinha nas mãos apenas uma folha de papel com o esboço de um portal para jovens: agenda de eventos, notícias, colunas e fotos. O primeiro a acreditar foi Hélio de Masi, da Netuno, que ofereceu hospedagem e criação. Depois veio Heloisa Peters, da Loja.com, que patrocinou o projeto antes mesmo de ele existir. O nome nasceu numa conversa com Marcio Martins, e o logo, com o mascote, foi criado por Fernando Robl, que virou sócio do projeto.
Com mural de recados e a vida social da cidade registrada em fotos, O Leopoldo virou o primeiro grande fenômeno digital de Jaraguá do Sul, de 2000 a 2001. A primeira celebridade da internet jaraguaense não era uma pessoa: era o lugar onde a cidade aprendeu a se conectar.

Max e John Ulhoa, do Pato Fu, em cobertura do show na boate Notre para O Leopoldo. Na marca d'água, o endereço da época: www.oleopoldo.com.br.
» Leia a história completa d'O Leopoldo
Reconstrução fiel a partir de captura do Internet Archive, com o logo original criado por Fernando Robl.
Layout original · Look Here · 2001
» Como tudo começou: o primeiro contato com a Look Here foi um puxão de orelha. Depois de cobrir um evento no Café Confusão, Max recebeu um e-mail exigindo que a cobertura saísse do ar: a casa tinha exclusividade com eles. A resposta, combinada com Marcio, foi puro blefe de piá: os "investidores" haviam decidido manter a cobertura e os "advogados" estavam à disposição. Meses depois, o Portal Terra abriu uma sucursal em Jaraguá, gerenciada por Maristela, e a tentativa de levar O Leopoldo para dentro do Terra terminou num convite para se unir à Look Here.
» A negociação: aos 18 anos, ao lado de Tania Dantas e Solange Cardozo, que o adotaram como filho, Max foi a Joinville crente que voltaria rico. Voltou gerente da Look Here em Jaraguá e região. O acordo: O Leopoldo era redirecionado para a Look Here, e em troca vinham treinamento, estrutura, uma câmera mil vezes melhor e 70% de comissão sobre as vendas. Como ele mesmo escreveu: não se coloca comida na mesa com elogios. O Big Bowling, já cliente em Joinville, chegou junto e de saída rendia mais que todo O Leopoldo.
» A escola do Ari: a Look Here de Ari Vieira Jr era organização pura: folha de procedimentos, briefing, contrato, cobrança. Passar por aquilo, nas palavras de Max, valeu mais que qualquer faculdade. E o modelo comercial era genial: a casa noturna ganhava seu site oficial "de graça" com contrato fixo, e a Look Here fez os sites dos veículos de imprensa, rádio e TV da região em troca de mídia. O destaque de capa, vendido semanalmente em 1/4, 1/2 ou página inteira, virou guerra de ego na cidade.
» À frente do seu tempo: a Look Here fazia cobertura de eventos em vídeo desde 2000, às vezes ao vivo, cinco anos antes de o YouTube existir. E lançou acesso mobile via WAP com patrocínio da Global Telecom, sete anos antes do iPhone. Curiosidade de época: o programador Jhean Marcell tirou uma folga para disputar o PopStars, venceu, e entrou na banda Br'oz.
» A era de ouro da noite: primeiro com a Notre e depois com o Big Bowling, era difícil passar uma semana sem show grande na cidade: Cidade Negra, Titãs, Capital Inicial, Engenheiros do Hawaii, Skank, Jota Quest, Rita Lee. E casas para todos os gostos: Café Confusão, La Santidad, Barcelona, Festa do Casarão, Hari Om, que depois virou Combat. O fim de semana começava na quinta. Ao lado de Max nas coberturas, no Leopoldo e na Look Here, o saudoso Thiago Markiewicz.

Max Pires e o saudoso Thiago Markiewicz, parceiros de cobertura do Leopoldo à Look Here, com o "e" da revista estampado no peito e a credencial no pescoço.
» O legado: "Inovar e estar à frente do seu tempo vende." Sem a Look Here, Jaraguá do Sul não teria conhecido nem o Por Acaso nem o OCP News. Em 2020, Max escreveu que sonhava em trazer O Leopoldo e a Look Here de volta numa espécie de museu na internet. Você está nele agora.
Reconstrução fiel a partir de capturas de tela reais da Look Here (2001-2002), do acervo pessoal. Fontes: o próprio Max, no texto "Há 20 anos Jaraguá do Sul conhecia a Look Here" (2020).
Layout original · Por Acaso v1.0 · fevereiro de 2005
Em dezembro, Jaraguá parava. Os eventos sumiam até fevereiro, a cidade esvaziava, e o faturamento de quem vivia de cobertura desabava junto. Em 2003, a saída de Max foi criar um tapa-buraco: uma revista impressa de retrospectiva, com as grandes baladas do ano. Ele vendeu, escreveu e diagramou tudo sozinho. O nome, pela segunda vez, veio de Marcio Martins, o batizador oficial dos projetos: depois do Leopoldo, nascia o Por Acaso.
As duas únicas edições impressas, emolduradas até hoje. Na capa de dezembro de 2003, o logo da Look Here. Na edição #02, a estreia do asterisco.
Para a edição #02, Max convidou um designer que fazia criação para as casas noturnas da cidade: Ricardo Daniel Treis, então prestador de serviço. Foi dele o asterisco que viraria a marca do projeto por doze anos. A revista fez tanto sucesso que o Correio do Povo propôs transformá-la em coluna semanal, toda quinta na contracapa. Foram só duas edições impressas, e o Por Acaso já estava dentro do jornal mais tradicional da cidade, doze anos antes de a fusão sequer ser imaginada.
Em outubro de 2004, o Por Acaso virou empresa e foi ao ar como blog, assinado pela dupla que se dividiria em 50% para cada. O tom debochado que marcou época, com o clássico "Fale bem, fale mal, fale para todos", foi criação editorial do Ricardo, e evoluiu junto com a idade dos dois. A coluna impressa seguiu vida própria: Correio do Povo de 2004 a 2010, Folha SC de 2010 a 2012, e de volta ao Correio até se despedir por volta de 2015. Por mais de uma década, o Por Acaso viveu na tela e no papel ao mesmo tempo.
Leitor Repórter (2008): quando as enchentes viraram caos, o Por Acaso pediu que os leitores contassem como estavam seus bairros e suas ruas. Choveram fotos e vídeos, tudo foi publicado, e as campanhas solidárias explodiram junto. Um blog de cidade pequena fez cobertura colaborativa antes de o termo existir por aqui, com destaque no Observatório da Imprensa.
Aconteceu em Jaraguá: uma página de Facebook de hard news que crescia sozinha, cobrindo segurança e cotidiano. O Por Acaso abriu negociação e comprou a página. Com ela, o projeto passou a ocupar todas as editorias de um jornal, e virou de vez um grupo de mídia. O capítulo completo está logo abaixo.
Ofertas Por Acaso: o primeiro site de compras coletivas da cidade chegou a vender 300 pizzas em uma hora, numa cidade do tamanho de Jaraguá. Acabou quando a febre acabou. Veja a era 2010 logo abaixo.
E mais: o Jaraguá Listada, guia de produtos e serviços, e o Meu Por Acaso, com login para cada leitor personalizar o próprio blog, em plena era pré-redes sociais.
Layout original · Ofertas Por Acaso · 2010
Em 2010, na onda que o Groupon espalhou pelo mundo, o Por Acaso lançou o Ofertas Por Acaso: o primeiro site de compras coletivas de Jaraguá do Sul, operado pela Por Acaso Comunicação Ltda. A mecânica era novidade na cidade: a oferta do dia só valia se um número mínimo de compradores entrasse junto, e o relógio corria na tela.
Comprar em grupo virou esporte urbano: aperitivo com chope na Bierbude de R$ 100 por R$ 40, jantar no Casarão com 75% de desconto. Mais que desconto, era o Por Acaso provando de novo que não era só cobertura: era um laboratório que testava, em escala local, cada modelo novo que a internet inventava.
Reconstrução fiel a partir de captura real de 2010, incluindo o logo e as fotos originais da oferta.





Do v1.0 de 2004, reconstituído acima, ao portal completo de 2014. Capturas do acervo pessoal e do Internet Archive.
O fim, em dois tempos: em 2016 veio a fusão que criou o OCP News. A marca Por Acaso seguiu viva em paralelo por anos, mas sem Max e Ricardo na operação ninguém conseguiu tocar o estilo que os leitores amavam. Desde 2025, o Por Acaso não tem mais atualizações.
Reconstituição do blog v1.0 a partir de capturas reais de fevereiro de 2005. Posts originais da época, de Max Pires e r.3 (Ricardo Daniel Treis).
2016 · site independente
O Aconteceu em Jaraguá nasceu como uma página de Facebook de hard news, cobrindo segurança e cotidiano, e crescia sozinho. O Por Acaso abriu negociação e comprou a página de Gabriel Junior e André Becker. E o André não só ficou: virou sócio do grupo e seguiu junto até a fusão com o OCP News. Batizado pela comunidade de a primeira comunidade de notícias da região, numa época em que o Facebook ainda entregava muito tráfego, ele virou o braço de notícias do grupo.
Em 2016, o Aconteceu ganhou site próprio, com o megafone no logo e o rodapé denunciando a família: a agenda era a do poracaso.com. Em 2017, novo layout já na transição para a rede OCP. E, com a fusão consolidada, o destino final: o endereço passou a redirecionar para a editoria Segurança do OCP News, onde as marcas do grupo viraram categorias do portal, com o Por Acaso no menu.

A equipe do Por Acaso e do Aconteceu em Jaraguá: Max Pires, Ricardo Treis, Monalisa, Gabriela Figueiredo, Jonathan, Gabriela Bubniak e André Becker. Na estante, o asterisco e a coluna impressa emoldurada.



No menu do OCP News, o Por Acaso segue vivo como categoria do portal.
Foi o Aconteceu que fez o Por Acaso sair de um site reconhecido para se tornar o maior grupo de mídia digital da cidade. Quando a proposta do Correio do Povo chegou, não era um blog que estava na mesa: era um grupo com todas as editorias de um jornal.
Reconstituição a partir de capturas reais de 2016, incluindo o logo original. Galeria com as três fases do projeto.
Layout original · OCP News · 2019
O Por Acaso, já um grupo de mídia, cresceu tanto que a união com o Correio do Povo virou o passo natural. Da fusão das marcas Por Acaso, Aconteceu em Jaraguá e OCP Online nasceu o OCP News. Coube a Max, pensando como estrategista digital, batizá-lo: queria um domínio curto, com o próprio nome da marca virando o endereço. Era o raciocínio de SEO que, quatro anos depois, viraria a Linkarme.
Como sócio e diretor de conteúdo e audiência, Max desenvolveu as estratégias digitais da rede: a integração entre impresso e digital, os podcasts, o OCP Studio e o setor de Sucesso do Cliente, ambos de 2018. Com licenciamento em novas praças, o OCP News se firmou entre os veículos de maior audiência de Santa Catarina.
"Nenhum outro veículo conhece nossa região como nós, e este olhar de quem é daqui faz toda diferença na hora de produzir um conteúdo com alto potencial de engajamento. As duas plataformas não são concorrentes: elas se complementam e criam a experiência OCP de consumir notícias."
Max Pires, na reportagem do centenário do Correio do Povo (2019).

Max Pires e Marcelo Janssen, diretor superintendente da Rede OCP. Foto: acervo OCP / projeto 100 anos.
Reconstituição do layout do OCP News. Citação de Max Pires publicada na reportagem do centenário do grupo (2019).
Em 2020, a experiência de duas décadas em mídia virou método. Na Linkarme, o conhecimento sobre conteúdo, audiência e autoridade virou plataforma: uma base com mais de 90 mil sites, cada domínio categorizado à mão, com uma das maiores coberturas de link building da América Latina. A era em que ranquear passou a ser engenharia.
A Linkarme fechou o ciclo que começou em 1999. Do menino que levava a câmera a pé até o provedor, Max chegou ao ponto de conectar praticamente qualquer marca a praticamente qualquer veículo, em qualquer lugar do mundo. As mesmas âncoras, os mesmos portais, a mesma lógica de sempre, agora em escala global.
Conheça a Linkarme »2025 · MediaTech

A NasceCom é uma MediaTech: um grupo de mídia que une jornalismo, tecnologia e dados para fazer marcas serem encontradas, lembradas e respeitadas. Não é agência. Não é portal. É as duas coisas funcionando juntas — com o know-how de quem construiu uma das maiores operações de link building da América Latina e o histórico editorial de veículos com décadas de presença nas suas cidades.
O know-how que sustenta esse modelo veio da Linkarme, operação de link building que formou o método da NasceCom: saber exatamente como a autoridade é construída, medida e convertida em resultado real para marcas. Cada veículo da rede tem presença no Google News, domínio sobre SEO local e anos de histórico editorial. Quando uma marca aparece em mais de um desses veículos, ela acumula sinais de autoridade que fazem o Google tratá-la como referência e as IAs construírem a capacidade de citá-la como fonte. É a diferença entre aparecer uma vez e ser reconhecida sempre.
O JDV é o veículo piloto da NasceCom. É onde as estratégias são criadas, testadas e refinadas antes de serem replicadas em toda a rede. Mas o que faz o JDV diferente não é só o método — é o princípio que guia cada pauta.
No JDV, a equipe não produz notícias. Conta histórias. Cada pauta tem a profundidade que Jaraguá do Sul nunca havia visto: personagens reais, lugares esquecidos, acontecimentos que estavam na memória coletiva mas nunca tinham sido investigados de verdade. Em 150 anos de cidade, ainda havia histórias esperando para ser contadas pela primeira vez.
Nas redes sociais, o mesmo princípio: carrosséis densos, vídeos com inteligência artificial recriando imagens do passado, conteúdo para quem quer ler, entender e se aprofundar.
O sinal mais raro que um portal pode receber: pessoas que entram nas redes sociais para agradecer pelo que encontram ali.
A rede
Especiais
"Marcas que se conectam com pessoas duram mais.
Marcas que contam boas histórias nunca são esquecidas."
NasceCom · Jaraguá do Sul, SC · desde 2025
A tela mudou, a velocidade mudou, a web inteira mudou várias vezes. O que não mudou: jornalismo de valor, feito para conectar pessoas e valorizar o que é local.
Hoje isso se chama NasceCom: veículos com histórico real, método de quem entende de autoridade digital, e a convicção de que marcas que contam boas histórias nunca são esquecidas.
A partir daqui começa outra coisa
Um texto por mês sobre a memória digital de Jaraguá do Sul, escrito por quem viveu cada capítulo.
Arquivo mensal · edição 01
Uma revista virtual à frente do seu tempo, na era de ouro da noite jaraguaense.
Arquivo mensal · edição 02
O projeto que provou que Jaraguá estava pronta para a rede.
Arquivo mensal · edição 03
Como nasceu o primeiro portal da cidade.